O cerco vai começar a se fechar para Jaques (Marcello Novaes) em Dona de Mim. Nos próximos capítulos, Samuel (Juan Paiva) consegue provas que ligam o tio não apenas a desvios de dinheiro na Boaz, mas também ao assassinato de Abel (Tony Ramos).

O rapaz, que há semanas procura pistas escondidas nos arquivos da empresa, finalmente localiza os documentos comprometedores e toma coragem para colocá-los nas mãos da polícia.
Antes disso, Samuel faz questão de confrontar o vilão. O jovem mostra que descobriu a existência de uma conta secreta no exterior usada para desviar recursos da Boaz e insinua que o crime financeiro pode ser apenas a ponta do iceberg.
“Do que você está falando? Eu era o responsável pela área financeira da Boaz! Normal ter uma conta em meu nome”, desconversa Jaques.
“E todos os saques que saíram da Boaz direto pro exterior?”, rebate Samuel. “Eram investimentos em dólar. E eu devolvi cada centavo. É só conferir”, mente o canalha, que leva um xeque-mate do sobrinho:
“Devolveu quando? Depois que virou presidente? Depois que meu pai morreu? Quer dizer, foi assassinado? Coincidência. O crime financeiro é o de menos, tio.”


A cada justificativa esfarrapada do patife, Samuel fica mais convicto de que o tio tinha muito a ganhar com a morte de Abel. Determinando a expor toda a verdade, ele entrega os extratos e comprovantes à delegada responsável pelo caso.
O protagonista revela que o pai já tinha acesso a esses mesmos papéis pouco antes de morrer, o que levanta uma suspeita: Abel pode ter sido assassinado justamente por descobrir o esquema de corrupção do irmão.
A própria polícia passa a considerar essa hipótese, destacando que o crime financeiro era grave, mas a motivação para o homicídio parecia ainda mais convincente. A partir daí, a novela abre um novo embate familiar, com Jaques cada vez mais pressionado e Samuel assumindo de vez o papel de herdeiro disposto a limpar o nome do pai.




