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Marcos ou Ramon? Com quem Paloma, de ‘Bom Sucesso’, deve ficar?

O sucesso de Bom Sucessoé inegável: novela mais assistida do horário desde “Caras & Bocas” (2009), a trama de Rosane Svartman e Paulo Halm é uma comédia dramática de situações, simples, com muito romance e referências literárias de encher os olhos. Mas o principal atrativo da história, talvez, seja o triângulo amoroso que guia a narrativa: com quem a protagonista Paloma (Grazi Massafera) deve ficar?

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Diferente de outras novelas, em que as mocinhas são disputadas por um homem romântico e incorruptível e por outro desonesto e amoral, “Bom Sucesso” abre mão do maniqueísmo e deixa abertas as possibilidades para que o espectador se sinta à vontade para torcer tanto por Ramon (David Júnior) quanto por Marcos (Rômulo Estrela), os dois heróis tortos da novela.

Paloma e Ramon

O grande amor do passado tem muito peso na vida de Paloma. Ramon foi o homem com quem Paloma teve sua primeira filha, Alice (Bruna Inocencio). Os dois se separaram quando ele decidiu tentar seu sonho de ser jogador profissional de basquete nos Estados Unidos, e Paloma se casou com outro homem, que já é falecido. Agora, os dois se reencontram e tentam resgatar o tempo perdido.

Ramon ganha pontos por ser um homem simples, do mesmo universo de Paloma, bom, gentil e que ama e protege os três filhos da mocinha como um paizão: mesmo que, de sangue, seja o pai somente de Gabriela. Ele quer reparar o erro de não ter visto a primogênita crescer, e já mostrou saber brigar pelo que acha justo.

Contra o galã, pesa o fato de ele ter sido egoísta e ter deixado Paloma com uma criança pequena, quando ela queria fazer faculdade. Além disso, tem um ciúme quase patológico da amada, demonstrando isso sempre em ímpetos de insegurança e desconfiança.

Paloma e Marcos

A química entre Paloma e Marcos conta muito a favor do casal, que teve uma paixão avassaladora em uma noite de aventura, quando a heroína ainda pensava estar à beira da morte. Os dois se sentem fisicamente muito atraídos um pelo outro, a ponto de a presença de Marcos na mansão Prado Monteiro incomodá-la.

Marcos é um “pobre menino rico”, que está agora disposto a salvar a editora da família da falência e também das armações do cunhado Diogo (Armando Babaioff). Ele pode significar para Paloma uma nova chance para o amor, livre de fantasmas e decepções do passado. Uma ponte que conecta os dois é, sem dúvidas, Alberto (Antônio Fagundes).

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Mas contra o playboy também pesa seu ar de cafajeste: mulherengo, Marcos por vezes não respeita o estado civil de Paloma e já a assediou em seu local de trabalho. Um pouco mimado e até imaturo, Marcos também sempre deixou os problemas da família nas costas de sua irmã.

Possibilidade em aberto

Fato é que tanto Marcos quanto Ramon podem ser os escolhidos pelo coração de Paloma no final da novela. A hipótese, em aberto, é reforçada pelo lado humano dos dois galãs: eles acertam e erram o tempo todo, como na vida real. Essa característica do texto, aliás, reforça o estilo de Rosane Svartman e Paulo Halm, que em sua novela anterior, “Totalmente Demais” (2015), também deixaram sua protagonista Eliza (Marina Ruy Barbosa) dividida entre dois mocinhos imperfeitos: Arthur (Fábio Assunção) e Jonatas (Felipe Simas).

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