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Nos 70 anos da TV, relembre 18 novelas da Globo que marcaram época

Nessa sexta (18), a TV brasileira completa aniversário de 70 anos. Em meio ao caos da pandemia de coronavírus, a telenovela prova estar mais viva do que nunca. Mesmo com as gravações de tramas inéditas interrompidas, o alcance popular de reprises na TV aberta e fechada e de obras em plataformas de streaming reafirmam o poder do formato no Brasil.

De olho nisso, selecionamos aqui 18 novelas da Globo, emissora que consolidou o gênero no país, que marcaram época, reunindo milhões de brasileiros diante da telinha.

Selva de Pedra (1972)

Francisco Cuoco e Regina Duarte em ‘Selva de Pedra’. Foto: Divulgação

Ainda na era em preto e branco da TV, a síntese das novelas pelas próximas gerações era criada pela mestra Janete Clair. A trama de 1972 mostrava uma história de amor e ambição que marcou o público brasileiro e foi a primeira a alcançar 100% de audiência. Simone (Regina Duarte), artista plástica que se casa com o ganancioso Cristiano (Francisco Cuoco) e foge do marido ao acreditar que ele pretende matá-la para ascender socialmente, retorna com a identidade de Rosana Reis.

No capítulo em que a heroína é desmascarada, a trama, ainda na metade, alcança sua grande marca de audiência. O sucesso foi tamanho que a novela ganhou um remake 14 anos depois. Vale citar que a década de 1970, no horário nobre, foi marcada por diversos clássicos de Janete Clair, a grande dama da dramaturgia brasileira: foi a saga dos “Irmãos Coragem” (1970) que trouxe o público masculino para o sofá e foi “Pecado Capital” (1975) quem discutiu com maestria a honestidade do brasileiro através de um anti-herói, o taxista Carlão (Francisco Cuoco), que morre no último capítulo, para tristeza dos espectadores.

Anjo Mau (1976)

Susana Vieira era a inescrupulosa babá Nice em novela inovadora. Foto: Divulgação

Impossível se falar da história das novelas sem lembrarmos de um clássico de Cassiano Gabus Mendes que trouxe a primeira grande anti-heroína das novelas: a babá Nice (Susana Vieira), uma protagonista imoral e que errava, mentia, pecava. Arrivista, ela era uma mulher de classe baixa que queria crescer na vida fisgando o patrão milionário e comprometido e lançava mão de uma série de ardis para isso.

A censura da época não permitiu que o autor destinasse um final feliz para uma protagonista sem caráter e Nice morreu no final, por complicações no parto. Um remake foi produzido em 1997, fazendo justiça pela babá e lhe reservando um desfecho feliz ao lado de seu grande amor. Cassiano foi o rei do horário das 19h da Globo por muito tempo, trazendo deliciosas comédias de costumes, como “Locomotivas” (1977), a primeira trama a cores da faixa; a inesquecível “Brega & Chique” (1987) e a ácida crítica política sob pano de fundo medieval “Que Rei Sou Eu?” (1989).

Escrava Isaura (1976)

Lucélia Santos e Edwin Luisi foram Isaura e Álvaro em novela de época. Foto: Divulgação

A primeira grande novela a ser exportada para diversos países do mundo foi essa obra de Gilberto Braga inspirada no romance de Bernardo Guimarães. A novela das 18h, de época, contava a história da sofrida escrava branca Isaura (Lucélia Santos).

Apaixonada por Tobias (Roberto Pirillo), a moça se vê alvo do desejo doentio de seu ‘dono’, o inesquecível vilão Leôncio (Rubens de Falco), que faz o que pode para prendê-la a ele. Depois da morte de Tobias, Isaura passa a lutar por sua liberdade com a ajuda de um novo amor, Álvaro (Edwin Luisi). O livro ganhou uma nova adaptação para as novelas em 2004 na RecordTV, pelas mãos de Tiago Santiago, tendo Bianca Rinaldi como a protagonista.

Dancin’ Days (1978)

Sônia Braga estrelou primeira novela de Gilberto Braga no horário nobre global. Foto: Divulgação

Em plena era da discoteca e de filmes de John Travolta, o Brasil parou no horário nobre para acompanhar a saga de Júlia Mattos (Sônia Braga) e os famosos passos de dança arriscados pela protagonista dessa inesquecível história.

Presa durante 11 anos, a heroína deixa a cadeia no primeiro capítulo e tenta se reaproximar da filha adolescente, a mimada Marisa (Glória Pires), criada por sua irmã, a socialite fútil e malvada Yolanda Pratini (Joana Fomm), que faz o que pode para manter mãe e filha afastada. Em determinado momento da trama, Júlia toma um banho de loja e se torna a mulher mais desejada da noite carioca. No capítulo final, em cena antológica, as irmãs se estapeiam em um embate homérico e acabam, emocionadas, optando pela reconciliação.

Guerra dos Sexos (1983)

Fernanda Montenegro e Paulo Autran protagonizaram divertida comédia. Foto: Divulgação

A marcante e divertida comédia rasgada de Sílvio de Abreu abordava a luta por direitos das mulheres no mercado de trabalho machista no início dos anos 1980. No centro da narrativa, dois grandes atores do teatro brasileiro: Fernanda Montenegro, a feminista Charlô, e Paulo Autran, o machista Otávio, eram primos que se odiavam devido a um relacionamento amoroso mal-resolvido do passado.

Únicos herdeiros de uma grande fortuna, eles fazem uma aposta valendo toda a herança a que têm direito, e iniciam uma verdadeira guerra dos sexos na loja de departamentos Charlô’s. No elenco, Tarcísio Meira e Glória Menezes, que dessa vez, não terminam a história juntos, como de costume na época. Menção para a clássica cena da guerra de guloseimas no café da manhã entre Otávio e Charlô.

Roque Santeiro (1985)

José Wilker era o personagem central de ‘Roque Santeiro’. Foto: Divulgação

A novela era para ter sido exibida em 1975, mas foi vetada na estreia pela censura da ditadura militar. Somente uma década depois, com o país caminhando para a redemocratização, é que Dias Gomes pôde levar ao ar sua crítica ao regime ditatorial: a novela falava sobre a ingenuidade do povo, explorado e enganado por poderosos e demagogos.

A exploração da fé alheia era o pano de fundo da novela. A cidade de Asa Branca, comandada pelo coronel Sinhozinho Malta (Lima Duarte) e pela amante, a escandalosa viúva Porcina (Regina Duarte), vivia da imagem de um falso santo: Roque (José Wilker), um homem que teria morrido para salvar a cidade de um bandido. Porcina, sua “viúva”, jamais conhecera o morto. O retorno do falso mito para a cidade mexe com a rotina dos poderosos. O final, em que Porcina se decide entre Roque e Malta, também alcançou 100% de audiência.

Vale Tudo (1988)

A honestidade de Raquel e a corrupção de Odete se contrapunham em clássico de 1988. Foto: Divulgação

Considerada sempre atual, a ácida novela de Gilberto Braga discutia a honestidade do brasileiro em uma sociedade corrupta. A história contrapunha a íntegra Raquel (Regina Duarte) e sua filha, a mau-caráter Maria de Fátima (Glória Pires).

As duas buscam vencer na vida, mas cada uma à sua maneira: Raquel usa o suor de seu trabalho, já Fátima se alia à milionária corrupta e preconceituosa Odete Roitman (Beatriz Segall) para passar a própria mãe para trás e se casar com o filho da ricaça. Considerada a maior das vilãs brasileiras, Odete era um retrato do brasileiro de classe média alta com horror a pobres e ao próprio país. A megera terminou assassinada misteriosamente na reta final da novela, levantando um mistério que até hoje é célebre.

Tieta (1989)

Betty Faria foi a protagonista de sucesso de Aguinaldo Silva. Foto: Divulgação

Inspirada na obra de Jorge Amado, a trama regionalista de Aguinaldo Silva trouxe Betty Faria no papel da exuberante Tieta. Quando jovem, a mulher de comportamento liberal que atiça o desejo dos homens de Santana do Agreste é expulsa da cidade pelo pai conservador, intrigado por sua outra filha, a beata amargurada e invejosa Perpétua (Joana Fomm).

Na segunda fase da novela, Tieta volta, rica e poderosa, para dar uma lição nos hipócritas que a condenaram no passado. O segredo da caixa branca de Perpétua permeia o imaginário popular até os dias atuais.

Mulheres de Areia (1993)

Glória Pires era a mocinha Ruth e a vilã Raquel em clássico de Ivani Ribeiro. Foto: Divulgação.

Um dos clássicos de Ivani Ribeiro trouxe Glória Pires no melhor momento de sua carreira: as irmãs gêmeas de personalidades opostas, Ruth e Raquel. Enquanto a primeira era doce e sensível, a segunda era má e egoísta. As duas disputavam o mesmo homem, o jovem rico Marcos (Guilherme Fontes): Ruth o amava, já Raquel queria apenas o dinheiro do rapaz.

A novela litorânea marcou também pela atuação de Marcos Frota como o deficiente Tonho da Lua, que esculpia mulheres nas areias da praia da cidade. Apaixonado platonicamente por Ruth e perseguido pelas maldades de Raquel, é o rapaz quem ajuda a gêmea boa a se fazer passar pela gêmea má para ficar ao lado de Marcos depois de um acidente de barco em que a vilã é dada como morta.

A Viagem (1994)

Guilherme Fontes era o assustador Alexandre em ‘A Viagem’. Foto: Divulgação

Outro sucesso memorável de Ivani Ribeiro, a novela espiritualista é uma ode à doutrina kardecista. O fio condutor da novela é a vingança do espírito atormentado Alexandre (Guilherme Fontes), playboy mau-caráter que se suicida na prisão, contra aqueles que julga responsáveis por sua desgraça.

A influência nefasta de Alexandre sobre os vivos atrapalha a concretização de uma história de amor entre sua irmã, Diná (Christiane Torloni), com o advogado que atuara contra ele no tribunal, Otávio (Antônio Fagundes). Mas nem mesmo a morte separa os dois apaixonados, que passam a viver um amor transcendental.

A Próxima Vítima (1995)

Cláudia Ohana e José Wilker em cena de ‘A Próxima Vítima’. Foto: Divulgação

Esse thriller de Sílvio de Abreu marcou a década de 1990 trazendo no centro da narrativa um horóscopo chinês com uma lista de condenados à morte: a cada duas semanas, um personagem da novela era friamente assassinado pelo motorista de um Opala preto.

Os crimes, investigados pela estudante de direito Irene (Vivianne Pasmanter), eram ligados à rica e problemática família Ferreto, um clã comandado com mãos de ferro por Filomena (Aracy Balabanian), e tumultuado pelo relacionamento tóxico entre o cafajeste Marcelo (José Wilker), a esposa Francesca (Tereza Rachel) e a amante Ana (Susana Vieira). Destaque também para a perversa vilã Isabela (Claudia Ohana), esfaqueada no rosto por Marcelo em cena emblemática.

O Rei do Gado (1996)

Patrícia Pillar e Antônio Fagundes viveram casal central de ‘O Rei do Gado’. Foto: Divulgação

Esse marcante folhetim de Benedito Ruy Barbosa fazia importantes discussões sobre a reforma agrária no Brasil dos anos 1990. Ambientada no interior paulista, a novela trazia a histórica rivalidade entre as famílias Mezenga e Berdinazzi. Do amor proibido entre Enrico (Leonardo Brício) e Giovanna (Letícia Spiller), nasce o rei do gado: Bruno (Antônio Fagundes).

Na segunda fase da trama, o poderoso fazendeiro Mezenga se apaixona pela boia-fria sem passado Luana (Patrícia Pillar), sem imaginar que ela é a sobrinha perdida procurada pelo remanescente dos Berdinazzi, o fazendeiro Geremias (Raul Cortez). Luana é a única capaz de colocar um fim na guerra entre os dois clãs.

Por Amor (1997)

Regina Duarte e Gabriela Duarte: mãe e filha na ficção e na vida real. Foto: Divulgação

A primeira de uma sequência de novelas da época mais inspirada de Manoel Carlos na TV. Trazendo Regina Duarte como sua segunda de três Helenas (a primeira foi em “História de Amor, de 1995), a crônica de costumes da classe média carioca mostrava ali uma síntese do melhor do universo do autor: uma heroína controversa, que abre mão da própria felicidade para proteger uma filha mimada e individualista. Helena trocava o filho vivo e saudável pelo bebê morto da filha Eduarda (Gabriela Duarte) na maternidade e se torturava o resto da história com esse segredo.

Regada a diálogos deliciosos, barracos homéricos e personagens que transitavam entre o bem e o mal em uma linha tênue, “Por Amor” precedeu outras duas novelas que merecem menção honrosa: “Laços de Família” (2000) e “Mulheres Apaixonadas” (2003), ambas em cartaz na Globo e no Viva atualmente.

O Cravo e a Rosa (2000)

Adriana Esteves e Eduardo Moscovis viveram impagável romance neste sucesso. Foto: Divulgação

A estreia de Walcyr Carrasco na Globo trouxe uma adptação da comédia A Megera Domada, de William Shakespeare. Ambientada na década de 1920, a comédia romântica contava a história de amor inusitada entre a geniosa feminista Catarina Batista (Adriana Esteves) e o rude fazendeiro Julião Petruchio (Eduardo Moscovis).

Com o predomínio do tom farsesco e muitas cenas de humor pastelão, com personagens caipiras, gente caindo no chiqueiro e guerra de torta na cara, “O Cravo e a Rosa” consolidou esse estilo do autor que tanto agradou na faixa das 18h e se repetiu em outros clássicos, como “Chocolate com Pimenta” (2003) e “Alma Gêmea” (2005).

O Clone (2001)

Murilo Benício e Giovanna Antonelli foram os protagonistas de clássico de Glória Perez. Foto: Divulgação

Um dos mais marcantes clássicos de todos os tempos, o folhetim de Glória Perez mescla tradição religiosa e cultura islâmica com dependência química e engenharia genética para contar uma inesquecível história de amor: entre a muçulmana Jade (Giovanna Antonelli) e o brasileiro Lucas (Murilo Benício), com ponte entre o Marrocos e o Brasil.

A novela discutia a ética na medicina através da clonagem humana: o protagonista Lucas é clonado, às escondidas, pelo cientista Albieri (Juca de Oliveira), e precisa disputar seu grande amor, Jade, com o próprio clone Léo (Murilo Benício). A trama ainda discutia o combate às drogas através da personagem Mel (Débora Falabella).

Da Cor do Pecado (2004)

Reynaldo Gianecchini e Taís Araújo estrelaram sucesso de 2004. Foto: Divulgação

A estreia de João Emanuel Carneiro na Globo foi um importante marco: trouxe Taís Araújo como Preta, a primeira protagonista negra da emissora. Uma comédia romântica forte e melodramática trouxe inesquecíveis personagens, como a família de lutadores Sardinha, e a linda amizade entre o milionário preconceituoso Afonso (Lima Duarte) e seu neto bastardo e negro, Raí (Sérgio Malheiros).

Destaque para o marcante casal protagonista formado por Preta e Paco (Reynaldo Gianecchini) e para a maquiavélica vilã Bárbara (Giovanna Antonelli). A novela foi a de maior audiência dos anos 2000 na faixa das 19h.

Senhora do Destino (2004)

Susana Vieira, Carolina Dieckmann e Renata Sorrah em ‘Senhora do Destino’. Foto: Divulgação

A novela de maior audiência dos anos 2000 é esse clássico atemporal de Aguinaldo Silva. Ambientada na ditadura militar na primeira fase, a trama traz uma heroína marcante: Maria do Carmo (Carolina Dieckmann), retirante nordestina mãe de cinco filhos, tem a recém-nascida Lindalva sequestrada pela prostituta Nazaré (Adriana Esteves) em meio ao caos da promulgação do AI-5 pelo governo militar.

Mais de vinte anos depois, Maria do Carmo (Susana Vieira), a senhora do destino, luta com unhas e dentes para reencontrar Lindalva, sem saber que a moça vive com o nome de Isabel (Carolina Dicekmann) com aquela que julga ser sua mãe: a perturbada vilã Nazaré (Renata Sorrah). Marcante megera que caiu na graça popular, a vilã era completamente desequilibrada, matava seus desafetos empurrando-os escada abaixo e não poupava elogios esdrúxulos a si mesma diante do espelho de seu quarto.

Cheias de Charme (2012)

Taís Araújo, Isabelle Drummond e Leandra Leal estrelaram novela de 2012. Foto: Divulgação

Divertida novela que revolucionou a relação entre a televisão e a internet, a trama mostrou a ascensão da classe C trazendo três empregadas domésticas pela primeira vez como protagonistas, e não como figurantes: Penha (Taís Araújo), Rosário (Leandra Leal) e Cida (Isabelle Drummond) eram três mulheres fortes e sonhadoras que mudavam de vida ao se tornarem uma girlband de sucesso, As Empreguetes.

O videoclipe das heroínas, que viraliza nas redes sociais, foi lançado primeiro no site da Globo, e exibido em um capítulo da novela somente depois. Destaque para a malvada cantora de eletroforró Chayene (Cláudia Abreu), que dedica seus dias a infernizar a vida das três domésticas, sentindo que sua própria carreira artística está ameaçada pelo sucesso delas. A trama ajudou a trazer a discussão da PEC das Domésticas no Congresso Nacional à época, e a nova legislação trabalhista para trabalhadoras domésticas foi sancionada pelo governo federal.

Avenida Brasil (2012)

Nina era a protagonista justiceira de ‘Avenida Brasil’. Foto: Divulgação

O último grande arrasa-quarteirão que se tem notícias, a trama de João Emanuel Carneiro é a novela mais comercializada da história do Brasil. Tudo ali deu certo: um épico de vingança deu a tônica para o embate entre a anti-heroína Nina (Débora Falabella) e a vilã Carminha (Adriana Esteves). Com inspiração no clássico “O Conde de Monte Cristo”, a trama retratava a ascensão da nova classe média em época da alta do poder de consumo do brasileiro.

O cenário era o ficcional bairro Divino, do subúrbio carioca, trazendo tipos populares como o ex-jogador de futebol Jorge Tufão (Murilo Benício). Roubada e abandonada ainda criança no lixão pela madrasta Carminha, Rita volta adulta com a identidade de Nina para trabalhar na casa da megera e executar um macabro plano de vingança contra a loira má. Cenas emblemáticas, como a que Carminha enterra Nina viva, deram o tom da novela.

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