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Record estreia a minissérie “Lia”; conheça a história

Por Redação

Para substituir “Apocalipse”, finalizada nesta segunda-feira (25), a Record estreia hoje (26) a minissérie “Lia“. Exibida às 20h45, o folhetim de Paula Richard será uma espécie sala de espera para a próxima novela do canal, “Jesus“, que entra no ar em julho.

A minissérie é pautada no que está registrado no livro bíblico de Gênesis, sendo narrada através de um peculiar olhar feminino, diferente das outras produções religiosas que ocuparam o horário. No entrecho central, a trama apresenta a rivalidade entre duas irmãs, que se apaixonam e casam com o mesmo homem.

Uma das irmãs é a bondosa Lia (Bruna Pazinato), que perde a mãe ainda na infância e sofre a sina de ser criada por um pai irascível e violento, Labão (Theo Becker). Sem a figura materna, ela ajuda a cuidar da irmã mais nova, Raquel (Graziella Schmitt), que cresce e se transforma em uma linda mulher.

As duas jovens, no entanto, são o oposto uma da outra. Enquanto Lia é sábia e guarda os ensinamentos de Deus, Raquel prefere seguir crenças pagãs e usar sua beleza para conseguir tudo o que deseja, inclusive um marido rico.

Lia (Bruna Pazinato) ama Jacó (Felipe Cardoso), mas ele só tem olhos para Raquel (Graziella Schmitt). Foto: Divulgação/Record

Quando Jacó (Felipe Cardoso) chega à casa de seu tio Labão, ele logo se apaixona por Raquel. O pai da moça, todavia, trama para que o sobrinho se case com Lia, a filha mais velha, que acaba sendo desprezada por Jacó. Sem nenhuma culpa, Lia sofre com a cruel rejeição do marido, desejando ser amada por ele e se esforçando para agradá-lo.

Jacó, completamente insatisfeito com o casamento, faz um acordo com Labão e toma Raquel também por esposa, alimentando assim a rivalidade entre as duas irmãs. Dessa forma, o drama de Lia é amar um marido que lhe deprecia, mesmo dando a ele muitos filhos. Raquel, por sua vez, é o grande amor desse homem, mas não consegue dar à luz nenhum herdeiro.

O trio protagonista. Foto: Divulgação/Record

A autora Paula Richard acredita que “Lia” tem tudo para agradar o público, e conta que usará algumas licenças poéticas em seu roteiro, dando cores mais dramáticas ao que está escrito há milhares de anos. “Lendo a Bíblia, Raquel pode parecer a mocinha romântica, pelo fato de Jacó ter se apaixonado por ela à primeira vista. Mas nem todas as histórias são contos de fadas. A partir de alguns elementos, procurando ser o mais fiel possível, desenvolvo os personagens. Crio sobre a infância dessas mulheres, seus medos, suas qualidades e seus defeitos”, revelou a dramaturga à Folha de S.Paulo.

Sob a direção de Juan Pablo Pires, “Lia” traz ainda no elenco, além dos já citados, Suzana Alves, Augusto Garcia, Júlia Maggessi, Leandro Lima, Thaís Müller, Brenno Leone, entre outros.