Jaques (Marcello Novaes) vai conseguir virar o jogo em Dona de Mim. O vilão obterá na Justiça a interdição de Rosa (Suely Franco) e, com isso, retomará o comando da Boaz, expulsando Samuel (Juan Paiva) da presidência.

A reviravolta acontece depois que Rosa decide doar metade de suas ações da empresa para a neta Sofia (Elis Cabral). A medida dá a Leo (Clara Moneke), como tutora legal da menina, o direito de voto nas assembleias. Somando-se a isso, a própria idosa convoca uma eleição e, com o apoio dos familiares e de Leo, Samuel assume o posto máximo da fábrica de lingeries, deixando Jaques sem chão.
Sem aceitar a derrota, o empresário conta com a ajuda de Isabela (Sylvia Bandeira) para montar um novo plano. A comparsa incentiva Rosa a beber e sair sozinha para “comemorar”. A senhora acaba perdida na rua e é levada à delegacia, em estado de confusão. Quando Jaques a busca, aproveita o episódio para alegar incapacidade da mãe.
O vilão revira os pertences da mãe em busca de documentos que provem que ela não está no pleno exercício de suas faculdades mentais. Durante a busca, encontra exames médicos recentes de Rosa, entre eles uma análise cognitiva e até uma biópsia cerebral. Serão justamente esses papéis que darão sustentação ao seu próximo passo.
Pouco depois, o golpe se concretiza: o juiz acolhe a ação de interdição, e Jaques anuncia sua volta triunfal ao cargo de presidente. Determinado a apagar qualquer vestígio da gestão de Samuel, ele começa a desfazer contratações e reorganizar a Boaz ao seu modo.
Mas a vitória do crápula não será definitiva. Samuel promete reagir na Justiça e tenta reaver a curatela de Rosa, que sofre por ver a família em guerra e por se sentir usada no embate entre filho e neto.




