Arturzinho (Marcos Paulo) é assassinado com um tiro por uma figura misteriosa nos momentos finais de Tieta. O crime cria um grande suspense na trama, mas o verdadeiro culpado é ninguém menos que seu próprio pai, Artur da Tapitanga (Ary Fontoura), motivado por um segredo do passado.
Após o disparo fatal na prefeitura, Tieta (Betty Faria) se torna a principal suspeita, flagrada com a arma na mão, mas, pouco depois, a verdade começa a emergir.
Quando Perpétua está prestes a desvendar quem realmente puxou o gatilho, Filó (Cristina Galvão) surge com uma bolsa cheia de dinheiro, induzindo a vilã a confirmar a falsa versão que Trapizomba (Evandro Leandro) foi quem matou Arturzinho. A beata mente que viu o capanga entrar na prefeitura na fatídica noite.
A essa altura, Filó também já convenceu Trapizomba a sumir do mapa com uma grana, sendo para todos os efeitos o responsável pelo assassinato. A intenção da empregada, claro, é proteger o patrão.
Em seguida, Artur aparece paralisado, tomado por remorso, enquanto revive em flashback a briga com o filho que culminou em sua morte. No confronto final, o coronel revela a Arturzinho que sabe de sua responsabilidade na tragédia que destruiu a família anos antes: o suicídio de sua esposa, Mirandinha.
Na memória dolorosa, Artur lembra como Dona Milu (Miriam Pires) lhe contou a verdade: Arturzinho atraiu o pai um encontro com uma prima e, em seguida, chamou a própria mãe para presenciar a traição. Devastada pelo que viu, a mulher tomou veneno e morreu.

Após o desabafo do coronel, o personagem de Marcos Paulo também bota pra fora tudo que sente, vomitando seu desprezo e admitindo que queria ver o pai sofrer. “Esse ódio, assim como a sua culpa, é uma carga muito pesada pra carregar. Mas eu carrego com prazer, até o dia em que Deus ou o diabo me der o prazer maior te ver morto e enterrado”, detona.
Nesse momento, Artur diz que o “filho desgraçado” não vai ter esse prazer, então pega o revólver e atira contra ele, que cai morto.




