Uma das cenas mais aguardadas de Vale Tudo vai ao ar nesta terça (30): Heleninha (Paolla Oliveira) finalmente reencontrará Leonardo (Guilherme Magon), desmascarando a farsa sustentada por Odete Roitman (Debora Bloch) ao longo de anos.

O capítulo começa com tensão máxima. Gravemente ferida após levar um tiro de Odete, Ana Clara (Samantha Jones) consegue enviar uma última mensagem com sua localização para Heleninha. No celular, a cuidadora implora: “Vem pra cá rápido”.
Intrigada com o pedido, a pintora comenta sozinha: “Mensagem da Ana Clara… Que estranho. Uma amiga me pedindo ajuda… Será que eu vou lá?”. Acompanhada de Jarbas (Leandro Firmino), ela segue até o casebre com receio do que pode encontrar.
Ao entrar na casa, Heleninha se depara com Ana Clara desacordada e, em seguida, leva um choque ao ver Leonardo, vivo e em uma cadeira de rodas. “Leonardo?”, questiona, incrédula. A cena promete ser carregada de emoção.
Sem perder tempo, a artista plástica liga para Celina (Malu Galli): “Preciso que você reúna toda a nossa família aí em casa, agora”. Minutos depois, surge na mansão com o irmão, deixando todos atônitos. Toda a mentira de Odete finalmente vem à tona.

Na reunião, Heleninha recorda detalhes do dia da tragédia. Ela bebia após suspeitar que Marco Aurélio (Alexandre Nero) a traía com outra mulher. Odete aproveitou o estado da filha para incriminá-la pelo acidente, chegando a enterrar o marido de Nise (Teca Pereira) no lugar de Leonardo.
Celina e Afonso (Humberto Carrão) também revelam suas lembranças. A artista plástica explode contra a mãe, enquanto o triatleta rompe de vez com a matriarca.
Abalada, Heleninha escreve uma carta e deixa na porta da galeria. Ela volta a beber e comunica a tia sobre a recaída. Renato (João Vicente de Castro) sai desesperado pelas ruas em busca da namorada.
Celina encontra a carta na galeria e teme que a sobrinha atente contra a própria vida. As cenas mostram Heleninha andando desorientada nos arredores do Copacabana Palace — o mesmo hotel onde, dias depois, Odete será assassinada, abrindo o clássico mistério do “quem matou?”.







