A condenação de Alexandre (Guilherme Fontes) marca um ponto sem retorno em A Viagem. Condenado a 18 anos de prisão, o playboy chega ao limite do desespero e toma uma atitude extrema: tira a própria vida dentro do presídio.
A decisão acontece logo após uma visita de Diná (Christiane Torloni). Ela tenta convencer o irmão a manter alguma esperança e a confiar que a sentença seria revista, mas o discurso não surte efeito. Cheio de ressentimento, Alexandre direciona seu ódio contra todos que considera responsáveis por sua queda, entre eles o cunhado Téo (Maurício Mattar) e o advogado Otávio Jordão (Antonio Fagundes).
Pouco depois, Alexandre se envolve numa briga com outros detentos e acaba ferido. Na enfermaria, observa o armário de medicamentos e, num momento de descuido da equipe, força a tranca e ingere diversos comprimidos de forma deliberada. O socorro chega tarde demais.
A notícia do suicídio deixa toda a família devastada, especialmente Diná. Ela cumpre a promessa feita ao irmão, providencia a cremação e joga as cinzas no mar, como ele havia pedido. A morte, no entanto, não encerra a presença de Alexandre na história. A partir daí, ele passa a agir como espírito, movido pelo desejo de vingança.
Essa virada dá início à fase sobrenatural da novela, em que o personagem retorna como uma influência invisível, perturbando os vivos e influenciando eventos importantes ao longo da trama.




