Por causa do vício em entorpecentes, Mel (Débora Falabella) se afundará cada vez mais na marginalidade em “O Clone“. Desesperada por dinheiro para se drogar, ela arquitetará um assalto à própria casa, com a ajuda de Nando (Thiago Fragoso) e Regininha (Viviane Victorette). A ruiva conseguirá o contato de alguns bandidos, para quem Mel instruirá o melhor horário para entrar na mansão.
A riquinha ainda entregará a chave da casa para os criminosos, que renderão, facilmente, os seguranças em uma noite em que Leônidas (Reginaldo Faria) e Yvete (Vera Fischer) estão viajando e que Lucas (Murilo Benício) está fora. Ao ouvir um barulho estranho na sala, Maysa (Daniela Escobar) desce as escadarias e é logo rendida por um criminoso, que aponta uma arma em sua cabeça.
Dalva (Neuza Borges) entra em desespero ao ver a cena e é ameaçada pelo bandido, que tranca a governanta em um lavabo. Na sequência, o marginal decide obrigar Maysa a abrir o cofre de Leônidas (Reginaldo Faria). Desesperada, a madame jura não saber o segredo do cofre, enquanto entrega todas suas joias. Durante os momentos aterrorizantes, a socialite ainda recebe os telefonemas do sogro e de Lidiane (Beth Goulart), e é obrigada a agir com naturalidade.
Farto, o bandido promete matar Maysa se ela não abrir o cofre, mas ela é salva justamente por Lucas, que entra na casa, percebe que algo está errado e atropela um dos criminosos. O executivo aciona a polícia, que consegue capturar toda a quadrilha. Mais tarde, os agentes da lei chegam até Mel, Regininha e Nando como os mentores do crime e levam os três dependentes químicos para a prisão.
Arrasadas, Maysa e Clarice (Cissa Guimarães) vão à delegacia libertar os prisioneiros, enquanto a mãe de Regininha, também convocada pelo delegado, despreza a filha e afirma que prefere vê-la mofando atrás das grades.




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