Em Três Graças, Bagdá (Xamã) invade a mansão de Arminda (Grazi Massafera) para cobrar uma dívida de Raul (Paulo Mendes). A confusão começa quando o traficante descobre que o namorado de Joélly (Alana Cabral) é filho de uma família rica. Inconformado por ter sido enrolado, ele resolve fazer a cobrança pessoalmente.

“Quer dizer que o tal do riquinho é riquinho mesmo?”, questiona o bandido ao saber que o rapaz mora em um casarão de luxo. “Se ele finge que não tem grana, é pra dar o golpe do um sete um no senhor”, responde um de seus comparsas.
Decidido a resolver o assunto, Bagdá invade a mansão e vai direto atrás do devedor, sem imaginar que está prestes a cruzar com um símbolo poderoso da trama.
Logo ao entrar, o chefe do tráfico na comunidade da Chacrinha se depara com a famosa escultura das Três Graças, obra inspirada nas deusas da mitologia grega que está em um dos cômodos da casa. O que ele não sabe é que a peça esconde uma fortuna — dinheiro desviado do esquema de medicamentos falsificados comandado por Ferette (Murilo Benício).

Bagdá mal dá atenção à obra e segue vasculhando os cômodos até encontrar o quarto de Raul. O jovem desperta assustado ao ver o criminoso diante dele.
Sem rodeios, ele deixa claro que não está ali para brincadeiras. “Eu podia mandar meu pessoal fazer uma limpeza aqui na tua casa, arrecadar tudo de valor e levar comigo. Mas não sou ladrão, sou comerciante. Você comprou da minha mercadoria e me deve”, dispara.
O personagem de Xamã dá um novo prazo para Raul pagar o que deve e leva consigo o relógio que ele ganhou do pai como garantia da dívida. Antes de sair, ainda o avisa de que não aceitará mais desculpas.
Enquanto o confronto acontece, Josefa (Arlete Salles) percebe a movimentação estranha e tenta avisar Arminda. A vilã, no entanto, acredita que a mãe está tendo mais um delírio e ignora o aviso — sem imaginar que o perigo já está dentro da própria casa.





