A Globo lançou nesta segunda (20) sua nova novela das nove, Três Graças, marcando o retorno de Aguinaldo Silva ao principal horário da emissora após seis anos. A trama, que substitui Vale Tudo, gira em torno da trajetória de três gerações de mulheres que enfrentam os desafios da maternidade solo — vividas por Dira Paes, Sophie Charlotte e Alana Cabral.

O capítulo de estreia alcançou 23,8 pontos das 21h15 às 22h15, com pico de 24,7 pontos e 37,5% de share. Dados consolidados da Grande São Paulo.
Três Graças estreia ligeiramente abaixo de Vale Tudo, que marcou 24,3 pontos em seu primeiro capítulo. Ainda assim, não carrega o título de pior estreia do horário das nove, mantido por Mania de Você (2024), que começou com 23 pontos.
Abaixo, veja o comparativo entre as últimas produções do horário das 21h e quanto cada uma marcou em seu lançamento:
| Vale Tudo | 24,3 |
| Mania de Você | 23,3 |
| Renascer | 25,9 |
| Terra e Paixão | 24,8 |
| Travessia | 25,9 |
| Pantanal | 28,3 |
| Um Lugar ao Sol | 25,2 |
Enredo de Três Graças
A história acompanha Gerluce (Sophie Charlotte), moradora da comunidade fictícia da Chacrinha, em São Paulo. Ela é parte de uma família formada também por sua mãe, Lígia Maria das Graças (Dira Paes), e sua filha, Joélly Maria das Graças (Alana Cabral).
As três compartilham uma mesma trajetória: todas foram mães na adolescência. Gerluce precisou abrir mão dos próprios sonhos, como estudar em uma universidade, para criar a filha. Agora, tenta evitar que Joélly repita sua história — mas a jovem, aos 15 anos, engravida do namorado Raul (Paulo Mendes), filho de Arminda (Grazi Massafera), patroa de Gerluce.
Enquanto lida com a gravidez da filha, Gerluce ainda enfrenta a doença pulmonar grave da mãe. Ao substituir Lígia no trabalho de cuidadora da idosa Josefa (Arlete Salles), mãe de Arminda, ela acaba descobrindo um esquema de falsificação de remédios comandado pela patroa — e percebe que sua mãe é uma das vítimas do golpe.
Com direção artística de Luiz Henrique Rios, Três Graças é criada e escrita por Aguinaldo Silva, em parceria com Virgílio Silva e Zé Dassilva. O folhetim une drama social e mistério familiar, em uma narrativa que promete discutir desigualdade, maternidade e resistência feminina.





