O caso de paternidade de Ricardo Rocha, que se declara filho do apresentador Gugu Liberato, está ganhando um novo capítulo. Agora, a defesa do comerciante sustenta que Maria do Céu não é a mãe biológica do apresentador, falecido em 2019. A Justiça decidiu reabrir o processo, de acordo com informações do colunista Gabriel Perline, no programa A Tarde é Sua, da RedeTV!.
Os advogados de Rocha alegam que Gugu poderia ser, na verdade, sobrinho de Maria do Céu. Essa teoria explicaria o resultado negativo do exame de DNA anterior teria dado um resultado incorreto.

Em dezembro, veio à tona que um teste comprovou que Ricardo não é filho de Gugu. Os exames foram conduzidos em prova e contraprova por diferentes laboratórios, com material genético fornecido por familiares do apresentador, incluindo sua mãe, Maria do Céu, e seu irmão, Amândio Liberato.
Foi um pedido do comerciante não incluir os filhos do artista na coleta de amostras, mesmo com a disponibilidade deles para participar do processo.
Segundo Perline, a defesa de Rocha contratou um especialista em genética, que analisou os testes e concluiu que há mais de 90% de compatibilidade genética entre ele e a família de Gugu, o que indicaria um grau significativo de parentesco.
Documentos adicionais, incluindo informações de um site de análise genealógica, foram apresentados, questionando a decisão anterior de arquivar o caso. Os dados sugerem que a origem de Ricardo Rocha é de Bragança, em Portugal, mesma cidade natal da família de Gugu.
No novo pedido protocolado, Rocha solicita que o corpo de Gugu seja exumado para a realização de um exame de DNA. A Justiça determinou que a família do comunicador se manifeste sobre o pedido antes da decisão final.
Em entrevista ao Domingo Espetacular no ano passado, Ricardo Rocha contou que sua mãe, Otacília, e Gugu se conheceram na década de 70, em uma padaria. Ela, então com 28 anos, teria se envolvido com o apresentador, que tinha 14 anos. Os dois ficaram juntos por alguns meses e teriam tido relações sexuais por duas vezes.
Depois de passar as férias no litoral paulista, Otacília retornou a São Paulo em 1974 e descobriu que estava grávida, mas não conseguiu mais encontrar Gugu. Ricardo nasceu em outubro daquele ano.
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